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Pele saudável - 22/10/19
Manchas na pele1 são alterações localizadas na coloração da pele1. Algumas são congênitas2 ou hereditárias; outras adquiridas ao longo da vida. Umas devem-se a fatores internos do próprio organismo como, por exemplo, o vitiligo3; outras a fatores externos, como a exposição ao sol.
1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
3 Vitiligo: Doença benigna da pele, caracterizada pela ausência de pigmentação normal nas regiões afetadas, frequentemente face e mãos. Hoje já há tratamento, porém este é demorado e com resultados variáveis de pessoa para pessoa. CÓDIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS (CID): L80- VITILIGO.
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O afeto pseudobulbar (ou transtorno da expressão emocional involuntária1) é um descontrole emocional que se evidencia por episódios de riso e/ou de choro incontroláveis que podem estar completamente dissociados do estado de ânimo do paciente e tendem a ser desproporcionais ou contraditórios com o estímulo que o produziu.
1 Involuntária: 1.    Que se realiza sem intervenção da vontade ou que foge ao controle desta, automática, inconsciente, espontânea. 2.    Que se encontra em uma dada situação sem o desejar, forçada, obrigada.
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Saúde da Mulher - 17/10/19
Os cistos vaginais são bolsas fechadas, recheadas de ar, líquido ou pus1, localizadas no revestimento vaginal ou por baixo dele. Eles podem ser causados por lesões2 da mucosa3 vaginal durante o parto, por acúmulo de líquido nas glândulas4 da vagina5 ou por tumores benignos na vagina5.
1 Pus: Secreção amarelada, freqüentemente mal cheirosa, produzida como conseqüência de uma infecção bacteriana e formada por leucócitos em processo de degeneração, plasma, bactérias, proteínas, etc.
2 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
3 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
4 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
5 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
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Saúde da Mulher - 16/10/19
DIU ou Dispositivo Intrauterino nada mais é do que um pequeno contraceptivo em forma das letras T, Y ou ômega (forma de ferradura - Ω) colocado dentro do útero1, tornando o ambiente uterino desfavorável aos espermatozoides2. Ele é colocado dentro do útero1 das mulheres que têm uma vida sexual ativa, mas que não desejam engravidar. O DIU Mirena é um sistema intrauterino constituído por um cartucho em forma de T com liberação controlada do hormônio3 levonorgestrel.
1 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
2 Espermatozóides: Células reprodutivas masculinas.
3 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
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Vida Saudável - 09/10/19
Restrição calórica significa reduzir a ingestão média de calorias1 diárias abaixo do habitual, sem desnutrição2 ou privação dos nutrientes essenciais. Não estaria muito errado dizer que a restrição calórica é uma “subnutrição sem má nutrição”. Ela significa reduzir entre 30 e 40% o consumo típico de calorias1, mantendo todos os nutrientes e vitaminas necessários para sustentar a vida. Falando popularmente, significa “comer menos”, não comer pior.
1 Calorias: Dizemos que um alimento tem “x“ calorias, para nos referirmos à quantidade de energia que ele pode fornecer ao organismo, ou seja, à energia que será utilizada para o corpo realizar suas funções de respiração, digestão, prática de atividades físicas, etc.
2 Desnutrição: Estado carencial produzido por ingestão insuficiente de calorias, proteínas ou ambos. Manifesta-se por distúrbios do desenvolvimento (na infância), atrofia de tecidos músculo-esqueléticos e caquexia.
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Câncer - 08/10/19
A palavra tumor1 vem do latim (tumor1 = inchaço2) e corresponde a todo aumento de volume observado em qualquer parte do corpo. Quando o tumor1 se dá por crescimento do número de células3 (nem sempre é assim), ele é chamado neoplasia4, e pode ser benigno ou maligno.
1 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
2 Inchaço: Inchação, edema.
3 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
4 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
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O transtorno de conduta é um grupo de problemas comportamentais e emocionais que geralmente começa na infância ou na adolescência, caracterizado por um padrão repetitivo e persistente de conduta antissocial. Para que seja considerado um transtorno, ele deve ser permanente e alcançar violações importantes, de natureza mais grave que as travessuras ou a rebeldia normal de um adolescente.   [Mais...]
Os cistos hepáticos são crescimentos benignos, sacos cheios de líquido que se formam no fígado1. Esses cistos são pouco comuns, afetando apenas cerca de 5% da população. Eles geralmente não requerem tratamento, a menos que se desenvolvam incomodamente e gerem sintomas2 ou afetem a função hepática3.
1 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
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Um tumor1 é um crescimento anormal de células2 e/ou tecidos. Os tumores podem ser benignos ou malignos, conforme permaneçam confinados ao sítio onde surgiram ou se espalhem por todo o organismo, através das circulações sanguínea ou linfática. Os tumores benignos do fígado3 são extremamente frequentes, variados e principalmente assintomáticos. Todas as células2 do fígado3 (hepatócitos e células2 biliares, endoteliais e mesenquimais4) podem sofrer proliferação benigna.
1 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
2 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
3 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
4 Mesenquimais: Relativo ao mesênquima; mesenquimático, mesenquimatoso. Mesênquima, na embriologia, é o tecido mesodérmico embrionário dos vertebrados, pouco diferenciado, que origina os tecidos conjuntivos no adulto. Na anatomia geral, no adulto, é o tecido conjuntivo comum e indiferenciado.
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O hemangioma hepático é um tumor1 benigno no fígado2 que é constituído por um emaranhado de vasos sanguíneos3 alimentado pela artéria hepática4. Geralmente, um paciente tem apenas um hemangioma, mas em alguns casos (poucos), pode ter mais de um. Embora possa ser preocupante para uma pessoa saber que tem uma massa no fígado2, não há evidências de que um hemangioma hepático não tratado possa levar ao câncer5 de fígado2.
1 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
2 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
3 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
4 Artéria Hepática: Ramo da artéria celíaca que se distribui para o estômago, pâncreas, duodeno, fígado, vesícula biliar e omento maior. Circulação Hepática;
5 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
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